PHOBiA on the web

Outubro 31, 2007

It was in my wildest and younger days. I was a freshman in the University, and it was required for the Multimedia class the creation of a short film. Along with my teammates we created “PHOBiA”, I wrote the script, it was my first experience with that kind of writing, and I suddenly became a fan of that style. I started downloading scripts from several movies and tv-shows. The ones I enjoyed the most were the Nip/Tuck scripts, American Beauty, and Brick.

Phobia

Now, after two years, “PHOBiA” is near of making its big debut on the world wide web . We decided a long time ago, that the short film would only be showed on the place where it deserves to be, not in some common site like youtube :) . For now, you can watch the trailer, but the whole short film will be available soon.

 

http://phobia.pt.vu/

 

The site was developed by Carlos Gavina, the one who also directed the Phobia.

 

Go take a look,

 

Rui Azevedo


Teoria do bandido

Outubro 29, 2007

Na actualidade em que nos encontramos, muitas são as situações em que a denominada “teoria do bandido” entra em cena, encarando apenas um actor figurante, cujo rosto nem sequer é observado, por parte da séria plateia. A explicação da teoria pode ser um pouco estranha, pode ser mesmo considerada totalmente irrealista, mas eu acredito que ela existe! Ora, para explicar da forma mais correcta esta minha teoria, terei primeiro de expor perante o meu fiel público, as minhas convicções morais e sociais sobre os dogmas da sociedade da qual fazemos parte.

A sociedade portuguesa, neste presente actual, pouco ou nada evoluiu em relação aos primórdios da última década do século XX. Continua presente a soberania de uma sociedade egocêntrica, extremamente conservadora, que não olha a fins e a meios para fazer valer a sua vontade e ideais. O senão desta visão elitista da sociedade, é o facto de apenas uma dada porção de indivíduos serem detentores de um estatuto intocável mesmo até para a intransigente regente dos valores morais. Sendo nós parte desta sociedade, e não pertencendo ao grupo de intocáveis, estamos constantemente a ser confrontados pela possibilidade de sermos alvos da desaprovação da sociedade. Podemos mesmo assumir uma postura de tranquilidade e despreocupação face a quem observa e quem tem conhecimento sobre as nossas acções, esse é um direito de que podemos usufruir livremente, mas que poderá ter as suas consequências. É neste aspecto que entra em cena a “teoria do bandido”.

Existem certos valores e elementos que moldam a nossa personalidade, e nos caracterizam. Valores de carácter, credibilidade, honestidade, de honra, entre outros. É com base nesses mesmos valores, que agimos, juntamente com os nossos ideais de vida, ou mesmo até com o nosso próprio sentido de justiça. Mas o que nos define como humanos, o produto do nosso crescimento, educação o desenvolvimento do nosso intelecto (neste caso os nossos valores, princípios etc.), irá ser por ventura, um dos pontos em que seremos vulneráveis, e onde iremos sofrer mais ataques ao longo da nossa vida.

Imaginando por exemplo uma qualquer situação, em que as nossas convicções entrem em colisão com os pseudo – princípios de uma determinada sociedade, essa, facilmente manipulável por indivíduos que caracterizei á pouco como sendo intocáveis, irá exercer da sua soberania e utilizar (grande parte das vezes) a mentira como arma para denegrir o carácter e a personalidade da pessoa em questão, fazendo deste modo, parecer aos olhos de todos os seus dogmáticos membros, um bandido, enquanto na realidade existe apenas, uma pessoa com diferentes perspectivas. Como é óbvio, a imagem que temos numa dada sociedade, não é motivo de preocupação da nossa parte, e eu também concordo que não deve ser. Devemos ser sempre fiéis aos nossos ideais e princípios. O que condeno neste caso, são as consequências que surgem por parte da posição conservativa, dogmática e manipuladora da sociedade, quando decide por diversas razões (podem ser de natureza étnica, profissional, cultural ou mesmo religiosa), atacar e forjar os valores de carácter e ideais de certas pessoas.

As consequências irão continuar a sucederem-se. O sistema judicial irá actuar em conformidade com a imagem e credibilidade que essa pessoa tem na sociedade. Uma vez denegrida essa credibilidade a pessoa não terá mais valor para o sistema judicial, e a seu testemunho irá ser de pouca relevância. Quantos assassinos irão continuar livremente, apenas porque a única testemunha do crime era uma prostituta? Quantos traficantes de droga sairão impunes, pelo facto da testemunha ser um toxicodependente? Será que é a pessoa que se senta no lugar das testemunhas, que tem o seu carácter denegrido pelos valores morais da sociedade, ou será que quem se senta no banco dos réus, tem a sua credibilidade, estabelecida e aprovada pelos padrões da mesma sociedade? Acho que qualquer uma destas possibilidades, ou mesmo a existência de ambas em conjunto, caracteriza e define esta minha teoria à qual chamo “teoria do bandido”.

Cumprimentos,

Rui Azevedo


Um agradável sumo de laranja, num final de tarde de Outubro

Outubro 22, 2007

Quando o nosso corpo começa a ressentir um certo cansaço, não de esforço, mas de uma monotonia cíclica, há certos pequenos prazeres, que fazem toda a diferença. Ora, como homem simples que sou, não me dou ao luxo de sequer, pensar em prazeres muito dispendiosos, ou que requeiram alguma espécie de esforço. (peço a vossa atenção para não começarem a mal interpretar a conotação utilizada na expressão pequenos prazeres). Encontro tudo isso, num banal sumo de laranja de pacote, bebido com palhinha à varanda num final de tarde de Outubro. Poderia ser um café, ou mesmo um leite achocolatado bem concentrado e quentinho, adocicado com um fio de mel, mas não, tudo isso seria extravagantemente requintado para o meu momento de pausa. Queria algo reconfortante, mas que ao mesmo tempo me desse o conforto psicológico da ingestão vitamínica saudável, e ali estava o sumo de laranja.

Confesso que o mágico momento talvez não pertença ao sumo de laranja, mas sim, ao lento anoitecer que vislumbrava da minha pequena varanda. Um ritual, que se repete tão silenciosamente, que é camuflado pelos nossos pensamentos, e que naquele momento, por felicidade de um mero acaso, podia observá-lo da primeira plateia, acompanhado por um mero sumo de laranja, que dado a obra em palco, tornou-se o complemento perfeito para um calmo e tranquilo momento.

Bebam sumo de laranja :) ,

Rui Azevedo


Mentiras distorcidas no portal escritacriativa

Outubro 21, 2007

Está disponível, a minha caricata visão sobre a mentira e verdade, no portal de escrita criativa.  Se não fazem ideia daquilo que estou a falar, basta fazerem um rápido “search” nos meus posts e facilmente encontrarão o texto em questão. Se também partilham o gosto pela escrita, ou se simplesmente gostam de ler textos interessantes e inovadores, basta fazerem uma visita ao portal, de certeza que encontrarão algo que vos agrade.

Para terminar, um factor que me deixou bastante agradado e um pouco convencido. Dois comentários elogiosos sobre aquele meu pequeno texto :) .

Desejo-vos um bom resto de fim de semana,

Rui Azevedo


Poetry and cookies

Outubro 20, 2007

Hello there! It’s good to be back. A lot happen after my last post, and I probably wouldn’t be here if it wasn’t the intervention of a friend (I really have to thank her properly)! But talking about my absence, the classes have started. The boring and long classes, that are the best lullaby you’ve ever heard. But the positive side of the classes is that, this year might be my last year on college. That’s right, if I finished all my disciplines, I can graduate on ICT (I still don’t know if that’s a good thing). While the classes were starting, I decided to participate on a contest of creative writing, and that was the main reason for my long absence in this space. First I started writing some crazy story that came out of my mind, the story was like some dreams that sometimes we have, and that we’re glad to wake up from that kind of dream, it’s not a nightmare, but a dream where the strangest situations occur and we don’t have the control to change the events. Well my first story was something like that, and I was convinced that success was granted, but then, I discovered that only poetry was allowed.

I hadn’t wrote any words of poetry since the high school, but since I was with that high spirit, I decided to give it a chance. I wrote twelve pages, where, in a style that to me is poetry, I tell the story of a bohemian man that leaves the capital (Lisbon) and embraces a life full of destruction till he arrives at Aveiro, and starts to change himself.

When I finished the writing process, I looked to the strophes of my poem and their shape (call me weird), but they resembled me some ugly cookies. That’s right, some fresh and home made cookies, totally disjointed. The question that I still want to see answered, is if the taste of those cookies is also as bad as its shape.

See you around,

Rui Azevedo